O que você poderia fazer para contribuir na construção de uma realidade social em que a postura cidadã predomine?

Tenho percebido no trabalho na área pública e antes com as comunidades que as pessoas querem sempre o mais fácil, a fórmula pronta, o que dá menos trabalho… aliás, democracia dá trabalho!

Levar à tona os problemas, Discutir, pensar soluções, votar para ver se a maioria concorda, daí nem sempre surge a melhor solução p todos, sempre vai haver alguém descontente e muitas vezes as “soluções” são para aquele momento no tempo e depois não servem mais, mas daí é uma lei e para ser mudada começa-se novo processo, que em média, pela minha vivência duraria no mínimo 2 anos…

Para alguns 2 anos é muito tempo; para a política pública nem tanto. O que precisa haver, já foi muito discutido nos fóruns é justamente mostrar para as pessoas “como as coisas funcionam”. Num primeiro momento até gera uma revolta, mas no segundo, conhecendo as “regras do jogo” fica mais fácil “jogá-lo”, ou seja, conhecendo regras a gente então sabe como cobrar do poder público que recursos e políticas públicas sejam aplicados como realmente o desejo da maioria.

Por exemplo, hoje já existe uma espécie de Orçamento Participativo onde acontecem Audiências Públicas. Primeiro, ninguém sabe onde nem quando, segundo, como o poder público “têm” que fazer as Audiências porque é uma exigência p garantir a lisura no processo, meio que são “obrigados” a ter quórum, normalmente composto de aposentados que têm tempo livre mas não tem, em sua maioria, conhecimento, vontade e crítica suficientes para contribuir efetivamente no debate e convencimento de se incluir no orçamento as necessidades regionais.

Ou seja, sempre chega-se na seguinte conclusão: se as pessoas têm mais conhecimento e informação, mesmo que necessite participação, a consciência de que as coisas não vão de acordo é maior e não se pode reclamar tanto assim, pois se não participa, como cobrar?

Minha intenção é juntar-me às “formiguinhas” que estão procurando fazer cada um a sua parte de disseminar informação e minimamente formação para que com um soldado mais na trincheira, o exército se torne cada vez maior de contribuintes conscientes de seu papel em termos de direitos e também de deveres e quem sabe teremos daqui a alguns anos um Brasil com verdadeiras Justiça Social e Fiscal.

Que Deus nos abençoe nessa jornada!

 

Ana

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